Lisboa 2030 – Economia Circular

Lisboa 2030 – Economia Circular | Produção de Proximidade e Consumo Alimentar Sustentável

O aviso LISBOA2030-2025-14 apoia projetos que promovam a transição para sistemas alimentares circulares, sustentáveis e de proximidade na Área Metropolitana de Lisboa. Dotação de 8 milhões de euros FEDER, taxa de financiamento de 40%. O aviso encontra-se aberto, com prazo sujeito a confirmação pela Autoridade de Gestão.


Contexto

A Área Metropolitana de Lisboa (AML) é um território densamente povoado onde, todos os dias, entram toneladas de produtos alimentares através de cadeias longas e complexas. Simultaneamente, desperdiça-se uma quantidade significativa de alimentos que nunca chega ao prato dos consumidores. Esta distância entre produção e consumo, somada à dependência de cadeias longas e ao desperdício alimentar, pressiona a capacidade ambiental da região e compromete a resiliência do sistema alimentar metropolitano.

O aviso LISBOA2030-2025-14, lançado pelo Programa Regional Lisboa 2030, responde a este desafio com uma dotação de 8 milhões de euros FEDER para financiar projetos que promovam novas práticas de produção e consumo, reforçando a circularidade ao longo de todo o sistema alimentar da AML.

Objetivo: Apoiar a alteração de paradigma para produção de proximidade e consumo alimentar mais sustentável, aproximando a produção e o consumo através de cadeias mais curtas, promovendo a eficiência e circularidade alimentar através do aumento dos níveis de reutilização, recuperação e reciclagem de resíduos, com impacto direto em escolas, cantinas, mercados, organizações sociais, produtores locais e consumidores.

Este aviso integra-se no Objetivo Específico 2.6 – Promover a transição para uma economia circular e eficiente na utilização dos recursos do Programa Lisboa 2030 e contribui para o Plano de Ação para a Economia Circular (PAEC), representando uma oportunidade para concretizar mudanças em larga escala com impacto territorial mensurável.


Informações Principais

ProgramaLisboa 2030 (Programa Regional de Lisboa 2021-2027)
AvisoLISBOA2030-2025-14 – Economia Circular | Produção de proximidade e consumo alimentar sustentável
Autoridade de GestãoCCDR-LVT (Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo)
Período de candidaturaO aviso encontra-se aberto, com prazo sujeito a confirmação pela Autoridade de Gestão. Recomenda-se contactar a CCDR-LVT (lisboa2030@ccdr-lvt.pt | Tel.: 213 837 100)
Plataforma de candidaturaBalcão dos Fundos
Dotação total8.000.000€ (FEDER)
Taxa de cofinanciamento40% (máximo)
Âmbito territorialÁrea Metropolitana de Lisboa (NUTS II – Grande Lisboa e Península de Setúbal)
FundoFEDER (Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional)
Objetivo EspecíficoRSO2.6 – Promover a transição para uma economia circular e eficiente na utilização dos recursos
Website oficiallisboa2030.pt
Contactoslisboa2030@ccdr-lvt.pt | Tel.: 213 837 100

Beneficiários Elegíveis

Podem candidatar-se ao aviso LISBOA2030-2025-14:

  • Entidades da Administração Pública central e local (ministérios, autarquias, serviços municipalizados, empresas municipais)
  • Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS)
  • Outras entidades sem fins lucrativos (associações, fundações, cooperativas, organizações não governamentais)

Requisito obrigatório – Consórcio: As candidaturas devem ser apresentadas por entidades organizadas em consórcio para a economia circular na Área Metropolitana de Lisboa. Não são aceites candidaturas individuais. O consórcio deve incluir pelo menos duas entidades complementares que atuem em diferentes fases da cadeia alimentar ou em diferentes territórios da AML.

Composição Recomendada de Consórcios

Embora não exista uma composição obrigatória, valorizam-se consórcios que integrem:

  • Autarquias locais: Coordenação territorial, gestão de equipamentos públicos (escolas, cantinas), regulamentação local
  • Organizações da economia social: Intervenção comunitária, redes de solidariedade, bancos alimentares, cooperativas de produtores
  • Entidades de educação: Agrupamentos de escolas, instituições de ensino superior (sensibilização, formação, investigação)
  • Associações de produtores: Ligação ao tecido produtivo local, conhecimento agronómico, redes de distribuição curta
  • Entidades de gestão de resíduos: Valorização de subprodutos, compostagem, economia circular

Nota importante: Empresas privadas não são elegíveis como beneficiárias diretas, mas podem participar como parceiros associados ou prestadores de serviços especializados ao consórcio.


Áreas de Intervenção e Ações Elegíveis

O aviso apoia duas grandes linhas de intervenção complementares:

1. Alteração de Paradigma para Produção de Proximidade e Consumo Alimentar Mais Sustentável

Projetos que visem aproximar a produção e o consumo através de cadeias mais curtas, nomeadamente:

Capacitação e Sensibilização para o Consumo Sustentável

Ações junto de consumidores intermédios e finais, contribuindo para a aceleração da transição para a economia circular nos sistemas alimentares:

  • Setor HORECA (Hotelaria, Restauração, Catering): Formação de profissionais, implementação de boas práticas, certificação em sustentabilidade alimentar
  • Grandes consumidores institucionais: Cantinas públicas, hospitais, refeitórios de empresas, lares – adoção de critérios de compra sustentável, introdução de produtos locais e sazonais
  • Comunidade escolar: Educação alimentar, hortas escolares, ações de sensibilização sobre desperdício, dieta mediterrânica e consumo responsável
  • Consumidores finais: Campanhas de informação, ferramentas digitais para escolhas sustentáveis, workshops de culinária com produtos locais

Princípios a promover:

  • Dieta mediterrânica
  • Consumo de alimentos sazonais
  • Abastecimento de proximidade
  • Redução do desperdício alimentar

Sensibilização de Produtores

Ações visando uma produção agroalimentar orientada para a transição para uma economia circular:

  • Organização em redes locais: Criação de cooperativas, associações de produtores, cadeias curtas de distribuição
  • Produtos locais adaptados ao clima: Valorização de variedades tradicionais, culturas de baixa exigência hídrica, adaptação às alterações climáticas
  • Redução de inputs externos: Práticas de agricultura regenerativa, redução de fertilizantes sintéticos, aproveitamento de subprodutos
  • Aproximação aos princípios da agricultura biodinâmica: Sistemas integrados, ciclos fechados, valorização da biodiversidade

Apoio a Roteiros de Produção e Consumo de Alimentos

Com base em modelos colaborativos (formação, investigação, inovação e serviços), segundo abordagens integradas das cadeias de valor:

  • Criação de hubs alimentares: Espaços físicos de agregação, transformação e distribuição de produtos locais
  • Plataformas digitais: Ferramentas de conexão entre produtores e consumidores, gestão de encomendas, rastreabilidade
  • Roteiros territoriais: Mapeamento de recursos, identificação de oportunidades, planos de ação integrados
  • Modelos de negócio inovadores: Cabazes de produtos locais, vendas diretas, mercados de produtores, sistemas de crowdfunding alimentar
  • Investigação aplicada: Projetos-piloto, experimentação de soluções, avaliação de impacto

2. Promoção da Eficiência e Circularidade Alimentar

Projetos que visem aumentar os níveis de reutilização, recuperação e reciclagem de resíduos no sistema alimentar, nomeadamente:

Prevenção e Redução do Desperdício Alimentar

  • Implementação de sistemas de monitorização e quantificação do desperdício
  • Redistribuição de excedentes alimentares para organizações sociais
  • Otimização de processos de transformação e conservação
  • Formação de profissionais em prevenção do desperdício
  • Ferramentas digitais para gestão de stocks e validades

Valorização de Subprodutos e Resíduos Orgânicos

  • Compostagem comunitária e descentralizada: Instalação de compostores, formação de compostores locais, redes de compostagem
  • Valorização de subprodutos agroalimentares: Transformação em novos produtos (ex: farinhas de excedentes, snacks de “feios”), alimentação animal, biocombustíveis
  • Sistemas de recolha seletiva: Implementação de circuitos específicos para resíduos orgânicos, parcerias com serviços municipais
  • Projetos de simbiose industrial: Aproveitamento de subprodutos de uns para outros (ex: resíduos de transformação alimentar para compostagem agrícola)

Sistemas de Reutilização e Circularidade

  • Sistemas de embalagens reutilizáveis em cantinas e restauração
  • Redes de refill e venda a granel
  • Circuitos fechados de nutrientes (do consumo de volta à produção)
  • Aplicação de princípios de design circular a produtos alimentares

Condições de Financiamento

Dotação e Taxa de Cofinanciamento

Dotação total do aviso8.000.000€ (FEDER)
Taxa de cofinanciamento máxima40% dos custos elegíveis
Contrapartida nacional obrigatóriaMínimo 60% (a cargo dos beneficiários)
Natureza do apoioNão reembolsável (fundo perdido)

Importante: A taxa de 40% é o limite máximo. A taxa efetiva pode ser inferior dependendo da natureza da entidade beneficiária, tipologia de despesas e enquadramento nos auxílios de Estado. A contrapartida de 60% pode incluir recursos próprios, outras fontes de financiamento público (desde que não haja duplo financiamento) ou contribuições in kind devidamente valorizadas.

Despesas Elegíveis

São elegíveis as seguintes categorias de despesas necessárias à implementação dos projetos:

1. Recursos Humanos

  • Remunerações de equipa técnica afeta ao projeto (coordenação, técnicos especializados, formadores)
  • Despesas com Segurança Social e seguros
  • Prestação de serviços técnicos especializados

2. Estudos e Assistência Técnica

  • Estudos de viabilidade e diagnósticos territoriais
  • Projetos técnicos e arquitetura (quando aplicável)
  • Consultoria especializada em economia circular, sistemas alimentares, compostagem
  • Fiscalização e acompanhamento técnico
  • Sujeito a limites de elegibilidade definidos no regulamento específico do aviso

3. Investimento Material

Importante: O aviso não financia obras ou infraestruturas tradicionais. São elegíveis equipamentos, sistemas, soluções demonstrativas e espaços de utilização comunitária diretamente associados ao projeto:

  • Equipamentos: Compostores, equipamentos de transformação alimentar, sistemas de refrigeração eficientes, balanças para monitorização de desperdício
  • Espaços de utilização comunitária: Instalação de hubs alimentares, espaços de compostagem comunitária, hortas urbanas
  • Materiais e consumíveis: Materiais para ações de sensibilização, equipamentos didáticos, embalagens reutilizáveis (quando parte integrante do projeto)

4. Ações de Formação e Capacitação

  • Formação de profissionais (restauração, cantinas, produtores)
  • Ações de sensibilização e educação alimentar
  • Workshops práticos (compostagem, culinária sustentável, prevenção desperdício)
  • Materiais pedagógicos e de apoio

5. Comunicação e Divulgação

  • Campanhas de comunicação e sensibilização pública
  • Materiais de divulgação (vídeos, brochuras, infografias)
  • Eventos de disseminação e partilha de boas práticas
  • Gestão de plataformas digitais e redes sociais
  • Sinalética e materiais informativos

6. Investigação e Inovação

Importante: As componentes de investigação, inovação e digitalização são elegíveis apenas quando de natureza aplicada e demonstrativa, sob a forma de projetos-piloto ou ferramentas ao serviço da sensibilização, da circularidade alimentar e da redução do desperdício:

  • Projetos-piloto e experimentação de soluções inovadoras
  • Estudos de viabilidade técnica e económica de natureza aplicada
  • Desenvolvimento de ferramentas digitais (plataformas, aplicações) com aplicação prática
  • Avaliação de impacto e análise de ciclo de vida

7. Gestão e Coordenação

  • Despesas de gestão administrativa e financeira do projeto
  • Coordenação do consórcio
  • Elaboração de relatórios e prestação de contas
  • Sujeito a limites de elegibilidade definidos no regulamento específico do aviso

Despesas não elegíveis: Não são elegíveis despesas com aquisição de terrenos, construção de edifícios, despesas de funcionamento corrente não diretamente relacionadas com o projeto, IVA recuperável, e despesas realizadas antes da data de apresentação da candidatura (salvo exceções justificadas).


Critérios de Avaliação e Seleção

As candidaturas são avaliadas de acordo com os seguintes critérios principais:

1. Adequação Estratégica (Ponderação: 30%)

Avalia-se:

  • Alinhamento com objetivos do aviso: Contribuição para economia circular alimentar, produção de proximidade, redução de desperdício
  • Articulação com políticas públicas: Coerência com Plano de Ação para a Economia Circular (PAEC), Estratégia Nacional de Combate ao Desperdício Alimentar, objetivos de desenvolvimento sustentável
  • Relevância territorial: Adequação ao contexto da AML, resposta a necessidades identificadas, potencial de impacto no território

2. Qualidade Técnica (Ponderação: 30%)

Avalia-se:

  • Solidez metodológica: Coerência entre objetivos, ações e resultados esperados
  • Inovação: Caráter inovador das soluções propostas, abordagens pioneiras
  • Exequibilidade: Viabilidade técnica, cronograma realista, capacidade da equipa
  • Integração da cadeia de valor: Abordagem sistémica que envolve diferentes fases (produção, distribuição, consumo, valorização de resíduos)
  • Replicabilidade: Potencial de transferência de soluções para outros territórios

3. Capacidade de Execução (Ponderação: 20%)

Avalia-se:

  • Experiência do consórcio: Historial de projetos semelhantes, competências técnicas
  • Qualidade das parcerias: Complementaridade dos parceiros, compromisso demonstrado, cartas de apoio
  • Capacidade financeira: Solidez financeira para assegurar contrapartida e gestão do projeto
  • Estrutura de governança: Modelo de coordenação do consórcio, mecanismos de decisão

4. Impacto Esperado (Ponderação: 20%)

Avalia-se:

  • Impacto ambiental: Redução de emissões, valorização de resíduos, diminuição de desperdício (quantificação esperada)
  • Impacto social: Número de pessoas abrangidas, inclusão de grupos vulneráveis, coesão territorial
  • Impacto económico: Criação de emprego, dinamização de cadeias curtas, valorização de produtos locais
  • Sustentabilidade a longo prazo: Estratégia de continuidade após término do financiamento, potencial de autossustentação

Limiar de elegibilidade: Apenas são elegíveis candidaturas que obtenham pontuação mínima de 3,00 pontos (em 5,00 possíveis) na avaliação global. Candidaturas são hierarquizadas por ordem decrescente de pontuação e selecionadas até ao limite da dotação disponível (8 milhões de euros).


Processo de Candidatura

Calendário

Abertura de candidaturas28 de novembro de 2025
Encerramento de candidaturasPrazo sujeito a confirmação pela CCDR-LVT. Contactar: lisboa2030@ccdr-lvt.pt
Comunicação de resultadosPrevista para 3º trimestre de 2026
Início dos projetos aprovadosA partir do 4º trimestre de 2026

Passo 1: Preparação Prévia e Constituição do Consórcio

Antes de iniciar a candidatura:

Identificar Parceiros Estratégicos

  • Contactar autarquias da AML para avaliar interesse e disponibilidade
  • Mobilizar organizações da economia social com intervenção no território
  • Envolver escolas, IPSS, associações de produtores, entidades de gestão de resíduos
  • Definir papéis e responsabilidades de cada parceiro

Elaborar Diagnóstico Territorial

  • Caracterizar sistema alimentar local (produção, distribuição, consumo, gestão de resíduos)
  • Identificar problemas e oportunidades específicas do território
  • Quantificar desperdício alimentar e fluxos de resíduos orgânicos
  • Mapear recursos existentes e lacunas

Definir Modelo de Intervenção

  • Selecionar áreas prioritárias de intervenção (proximidade, circularidade ou ambas)
  • Desenhar ações concretas e sequência de implementação
  • Estabelecer metas quantitativas (ex: % redução desperdício, nº pessoas abrangidas, ton CO₂ evitadas)
  • Planear modelo de governança do consórcio

Passo 2: Formalização do Consórcio

Elaborar e assinar acordo de consórcio que inclua:

  • Identificação completa de todos os membros do consórcio
  • Designação de entidade líder (representante do consórcio perante a Autoridade de Gestão)
  • Distribuição de responsabilidades, tarefas e orçamento
  • Modelo de tomada de decisões
  • Mecanismos de coordenação e comunicação interna
  • Compromissos financeiros de cada membro (contrapartida)
  • Regras de propriedade intelectual e uso de resultados

Passo 3: Acesso ao Balcão dos Fundos

Aceder a balcaofundos.pt e:

  • Criar conta de utilizador (caso ainda não tenha)
  • Aceder à área de candidaturas
  • Selecionar o aviso LISBOA2030-2025-14
  • Iniciar preenchimento do formulário eletrónico

Passo 4: Preenchimento da Candidatura

Passo 5: Anexos Obrigatórios

Passo 6: Submissão

  • Validar preenchimento completo de todos os campos obrigatórios
  • Rever toda a informação submetida
  • Submeter candidatura eletronicamente. Prazo sujeito a confirmação pela CCDR-LVT.
  • Guardar comprovativo de submissão (enviado automaticamente por email)

Recomendação: Não deixar a submissão para os últimos dias do prazo. O Balcão dos Fundos pode ter volume elevado de acessos nas vésperas do fecho, e eventuais dificuldades técnicas devem ser reportadas com antecedência à linha dos Fundos (800 10 35 10).

Passo 7: Análise e Decisão

Após submissão:

  • Análise formal: Verificação de completude documental e elegibilidade do consórcio
  • Avaliação técnica: Análise por painel de peritos de acordo com critérios de seleção
  • Hierarquização: Ordenação por pontuação global
  • Decisão: Aprovação, aprovação condicionada ou rejeição
  • Notificação: Comunicação de resultados (prevista para 3º trimestre 2026)

Passo 8: Contratualização

Em caso de aprovação:

  • Assinatura de Termo de Aceitação pela entidade líder (em representação do consórcio)
  • Celebração de contrato de financiamento com a CCDR-LVT
  • Definição de calendário de execução e reporte
  • Início da execução do projeto

Condições de Execução dos Projetos

Prazos

Duração típica dos projetos18 a 24 meses (pode variar conforme especificidade do projeto)
Prazo de inícioDefinido em contrato (geralmente 3 meses após assinatura)
Possibilidade de prorrogaçãoSim, mediante justificação fundamentada e aceite pela Autoridade de Gestão

Obrigações dos Beneficiários

  • Execução do projeto de acordo com plano aprovado
  • Coordenação do consórcio: A entidade líder garante articulação entre parceiros e cumprimento de obrigações
  • Relatórios periódicos: Submissão de relatórios de progresso (frequência definida em contrato)
  • Gestão financeira: Contabilidade organizada, segregação de custos, arquivo de comprovativos
  • Obrigações de comunicação: Publicitar apoio do Lisboa 2030, União Europeia e FEDER (uso de logotipos, menções obrigatórias)
  • Disponibilização de informação: Para acompanhamento, auditorias, avaliações externas
  • Manutenção de investimentos: Garantir funcionamento de infraestruturas criadas durante período mínimo (geralmente 3-5 anos)

Pagamentos

O apoio é pago através de reembolsos após comprovação das despesas:

  • Adiantamento inicial: Possível adiantamento de percentagem do apoio (geralmente 20-30%)
  • Pagamentos intercalares: Mediante apresentação de pedidos de reembolso documentados
  • Pagamento final: Após conclusão, verificação e aprovação do relatório final
  • Retenção: Geralmente 10% do apoio retido até verificação final e aprovação de contas

Apoio à Preparação de Candidaturas

A Aliados Consulting apoia entidades na preparação de candidaturas ao aviso LISBOA2030-2025-14:

  • Identificação de parceiros: Mobilização de entidades para constituição de consórcios estratégicos
  • Diagnóstico territorial: Caracterização do sistema alimentar, identificação de problemas e oportunidades
  • Estruturação de projeto: Definição de objetivos, ações, metodologia, plano de trabalho, modelo de governança do consórcio
  • Alinhamento estratégico: Demonstração de contribuição para economia circular e PAEC, quantificação de impacto ambiental
  • Metodologia de avaliação: Desenvolvimento de indicadores, instrumentos de recolha de dados, estratégia de monitorização
  • Gestão de orçamento: Preparação de orçamento detalhado, plano de financiamento, demonstração de razoabilidade de custos
  • Formalização do consórcio: Elaboração de acordo de consórcio, distribuição de responsabilidades e orçamento
  • Submissão e acompanhamento: Coordenação de submissão no Balcão dos Fundos, gestão de comunicação com CCDR-LVT
  • Gestão de projeto: Apoio na execução, elaboração de relatórios, cumprimento de obrigações de comunicação

Contacto: 📧 hello@aliados.consulting 🌐 aliados.consulting


Vamos impactar o futuro juntos?

  • hello@aliados.consulting

    Av. da Fábrica de Santo Tirso n.º 88, 4780-257
    Santo Tirso Portugal

Cofinanciado por:

© 2025 Aliados Consulting. All rights reserved.

EN ES